INFORMAÇÕES IMPORTANTES - MUNDIAL CBJJE MUNDIAL DE JIU JITSU ESPORTIVO – 2011 Dias: 14, 15,16 e 17 JULHO Local: Ginásio Poliesportivo Ibirapuera - José Geraldo de Almeida - São Paulo Atenção todos os atletas deverão estar devidamente filiados na CBJJE no ano de 2011, os que não estiverem filiados serão impedidos de lutar no dia do evento. Procedimento para Filiação de Atleta: 1) Preencher a ficha de Filiação da CBJJE corretamente, anexar as fotos e documentos solicitados e entregar na sede da FAJJE: - 2 fotos 3x4 - Cópia de RG - Cópia de RG do responsável ,caso seja menor de 18 anos - Atestado Médico - Taxa de filiação: R$ 30,00 (fazer o pagamento na sede da FAJJE junto com a documentação) Obs: Para solicitação de filiação de faixa Preta, deverá acompanhar cópia do diploma de faixa preta da Academia ou Federação do seu estado e telefone de contato. Prazo para filiação: NO MÁXIMO ATÉ 29 DE JUNHO. Prazo para inscrição: até o dia 06 de Julho - taxa = R$ 120,00 (fazer o pagamento na sede da FAJJE) Absoluto: + R$ 30,00( Azul a Marrom) e R$ 60,00 (Pretas) PREMIAÇÃO CAMPEÕES ABSOLUTOS PRETA Adulto Masculino = 5.000,00 reais Máster Masculino = 3.000,00 reais Sênior Masculino = 1.500,00 reais Adulto Feminino = 1.000,00 reais Dias das Disputas de Categorias: Quinta - Feira: Todos Absolutos: Preta, Marrom, Roxa e Azul. Sexta-Feira: Categorias de Faixas Pretas e Marrons Sábado: Infanto-Juvenil A e B, Juvenil Azul, Adulto Azul, Máster Azul, Sênior Azul e S. Sênior Azul. Adulto Roxa, Máster Roxa, Sênior Roxa, S. Sênior Roxa. (Masculino e Feminino). Domingo: Juvenil Branca, Adulto Branca, Máster Branca, Sênior Branca e S. Sênior Branca.. (Masc. e Fem.) INF.: 92 30887710/ 91175444 |
quarta-feira, 15 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A LENDA VIVA DO JIU-JITSU MESTRE RICKSON GRACIE
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| MESTRE RICKSON GRACIE COM O EDITOR JACK FIGHT DA REVISTA AMAZON MMA |
Rickson Gracie
Rickson Gracie é um artista marcial praticante do Jiu-Jitsu Brasileiro ou Jiu-Jitsu Gracie e ex-lutador de MMA e vale-tudo. Atualmente mora nos Estados Unidos e é conhecido mundialmente. Possui 487 lutas entre desafios de Vale tudo, MMA, Torneios de Jiu-Jitsu, Sambo e Luta livre, e afirma ter vencido todas por finalização.
Nascido no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro a 20 de novembro de 1958, é um artista marcial e ex-lutador de MMA evale-tudo.
Possui o 7º dan de em Jiu-Jitsu brasileiro. É o mais vitorioso membro da renomada família Gracie no Jiu-Jitsu, sendo considerado por muitos uma lenda da "arte-suave".
É o terceiro filho de Hélio Gracie. Sua família foi responsável pela criação de um sistema de combate denominado de Jiu-Jitsu Brasileiro' ou Jiu-Jitsu Gracie, que basicamente usa o peso e a força do adversário contra ele mesmo. Essa característica da luta possibilita que um lutador, mesmo sendo menor que o oponente, consiga vencer. Outra característica marcante o diferencia de outras artes: suas avançadas técnicas de luta de chão, com as quais é possível finalizar um adversário por meio de uma queda. É possível também o uso de torções com ambos deitados.
Rickson e sua família venceram diversos desafios no Brasil durante décadas, numa época em que o vale-tudo era brutal, por isso a família Gracie é sinônimo de temidos lutadores e odiados e idolatrados por muitos, mesmo em sua terra natal. É na década de 80 que sua família criou a prática de invadir academias de outras lutas e desafiar para lutas sem regras os mestres, na frente de seus discípulos de artes marciais.
2. História do Jiu-jitsu
Em 1918, Mitsuyo Maeda, também conhecido como conde Koma, foi enviado ao Brasil em missão diplomática com o objetivo de receber os imigrantes japoneses e fixá-los no país.
Sensei da Academia Kodokan de judô, Maeda ensinou Carlos Gracie, em virtude da afinidade com seu pai, Gastão Gracie. Carlos, por sua vez, ensinou a seus demais irmãos, em especial a Hélio Gracie. Neste ponto surgem duas teorias. A primeira alega que Maeda ensinou somente o Judô de Jigoro Kano a Carlos, e este o repassou a Hélio, que era o mais franzino dos Gracie, adaptando-o com grande enfoque no Ne-Waza - técnicas de solo do judô, ponto central do Jiu-Jitsu desportivo brasileiro.
Para compensar seu biotipo, a partir dos ensinamentos de Carlos, Hélio aprimorou a parte de solo pelo uso do dispositivo de alavanca, dando-lhe a força extra que o mesmo não dispunha.
A segunda teoria, apoiada pelos Gracies, fala que Maeda era, também, exímio praticante de Jiu-Jitsu antigo, como Jigoro Kano, e foi essa a arte que ensinou ao brasileiros. Porém, em uma recente entrevista, Hélio Gracie afirma que "Carlos lutava judô". Mas o certo é que o Jiu-Jitsu tradicional de muito difere do praticado no Brasil atualmente. Este possui mais imobilizações, chaves e finalizações, privilegiando o uso da técnica em detrimento da força.
Os Gracies exercem uma importância muito grande para o mundo das artes marciais, pois conservaram com muita competência o Ne-Waza do Judô Tradicional do Kodokan. Além de conservar, também adpataram algumas técnicas, trazendo, de certa forma, uma inovação.
Durante décadas, havia grande rivalidade entre os lutadores de Jiu Jitsu e de luta livre,[1] havendo assim, diversas lutas desde os primórdios do Jiu-Jitsu até os tempos atuais. Por diversas vezes, houve a invasão de academias.
A Família Gracie, conhecendo a eficácia do Jiu-Jitsu Brasileiro, promoveu durante décadas, desafios a "portas fechadas". Chegavam a anunciar até mesmo nos jornais tais desafios prometendo recompensa para quem os vencessem nos desafios de Vale- Tudo
Os desafios de Rickson se davam dentro das academias ou nas ruas. Como exemplo de tais desafios, podemos citar um evento ocorrido nas praias do Rio de Janeiro, onde Rickson Gracie afirma ter vencido o duelo travado com Hugo Duarte,[2]que acusa os lutadores de jiu-jitsu que acompanhavam Rickson de jogarem areia em sua cara durante a luta. Assim, posteriormente, um grupo de aproximadamente 30 lutadores de Luta Livre invadiram a academia de seu pai, onde Rickson treinava para espancá-lo. Hélio Gracie disse: "O Rickson vai lutar", e assim ocorreu a revanche onde Rickson fora sagrado novamente vencedor.
Assim, nos anos 80, Rickson travou cerca de 231 combates (nacionais e internacionais), e afirma ter sagrando-se vencedor em todos por finalização. No Brasil, a rivalidade entre o Jiu-Jitsu e a Luta Livre era tamanha, que houve a necessidade de se provar ao público, qual arte marcial e lutador era superior, assim, foi organizada uma luta entre Rickson e o temido Rei Zulu, com isso, após Rickson Gracie vencer por duas vezes o grande Rei Zulu (que estava no auge e há 150 lutas invicto), nunca mais teve desafiantes a altura enquanto lutou.
4. Características de suas lutas
Rickson se declara invicto;[3] polêmicas à parte, o fato é que muitas de suas lutas não têm registro.
Mas é incontestável que Rickson possuía uma impressionante técnica e maneira peculiar de derrubar o oponente, sempre impunha a sua maneira de lutar frente aos demais com superioridade e conseguia anular facilmente seus oponentes, vencendo sempre por nocaute ou finalização num curto espaço de tempo. Nos campeonatos de Vale-tudo que disputou no Japão, foi consagrado vencedor, saindo de suas lutas totalmente ileso.
5. Carreira no Vale-Tudo e Legado
Antes de existir MMA, havia no Brasil as lutas de Vale-Tudo; Rickson venceu lutas deste molde sangrento, em duelos nas ruas ou em lugares fechados (academias), e afirma ter vencido todas por finalização, ou nocaute técnico. (carece de fontes)
Rickson Gracie medindo 1,78 m e pesando 84 kg, venceu todos os campeonatos de vale-tudo que disputou como: Japan Free Style Championship 1994, Japan Free Style Championship 1995, Pride 1, Pride 4, Colosseum 2000, totalizando 11 lutas com 11 vitórias, todas por finalização. Rickson Gracie foi junto com seu irmão mais novo Royce Gracie, os maiores divulgadores do MMA no mundo no início deste esporte no início dos anos 90, Rickson fez sua parte no Japão, e Royce nos E.U.A, depois do sucesso dos dois irmãos, o vale-tudo foi ficando cada vez mais popular e se profissionalizou, se transformou em MMA, e não parou de crescer até hoje, sem contar que graças aos dois irmãos, é que o Brasilian Jiu-Jitsuse tornou um pré-requisito fundamental para qualquer atleta de MMA. Apesar de Rickson estar invícto no MMA, nesse esporte não é considerado uma lenda e não é o grande nome da família. Seu irmão mais novo Royce Gracie, é o grande nome da família, tendo sagrado-se várias vezes campeão do UFC (o torneio mais difícil de Vale-Tudo naquela época, em meados dos anos 90), além de ter o melhor cartel da família nesse esporte. O fato que diferencia os dois irmãos, para os críticos, é que no início dos ano 90, Royce venceu no UFC oponentes mais duros e um torneio bem mais difícil que os torneios que o Rickson participou no início dos anos 90 no Japão, e quando lutou no PRIDE, Rickson só participou das primeiras edições enfrentando japoneses desconhecidos e muito inferiores técnicamente, e fez sua última luta no ano 2000 nos EUA, também contra oponente desconhecido. Além disso, Royce nunca negou desafio, tendo inclusive aceitado voltar a lutar depois de ter ficado parado por quase 4 anos no ano 2000, e fazendo diversas lutas até o ano de 2007, em um tempo que a cada ano o MMA evoluía de uma forma impressionante, fato que o Rickson não fez. Primeiro, Royce voltou e lutou pelo PRIDE, enfrentando japoneses técnicamente melhores dos que o Rickson havia enfrentado, como Kazushi Sakuraba, conhecido como "exterminador de Gracies" e que chegou a vencer lutadores como Vitor Belfort, Vernon White, Carlos Newton, Guy Mezger e Quinton Jackson; e enfrentou também Hidehiko Yoshida, que chegou a vencer nomes como Mark Hunt. Royce aceitou mais um grande desafio, quando enfrentou em 2006 o até então campeão do UFC Matt Hughes, perdendo no primeiro round, e por fim, fazendo uma revanche com Kazushi Sakuraba em 2007 vencendo por pontos. De 2000 a 2007, Royce oscilou entre vitórias e derrotas, mas aceitou voltar a lutar em um tempo em que o vale-tudo se transformou em MMA, e os lutadores eram muito melhores técnicamente que no passado, onde o Jiu-Jitsu passou a ser um pré-requisito para todos os atletas, e por isso, muitos renomados atletas da atualidade que observaram tais atitudes, concordam que Royce Gracie foi o membro da família Gracie que mais se destacou nos ringues do MMA, enquanto isso, seu irmão Rickson Gracie, procurava imacular sua imagem de vencedor, criando um marketing pessoal, e sem lutar noMMA moderno. Mas com relação à discussão pelo fato de o Rickson ter parado de lutar justo quando o esporte estava evoluindo rápidamente, e quando finalmente ele teria oponentes à altura, diferentemente do Royce que voltou e aceitou o desafio, existe um argumento a favor de Rickson que deve ser levado em consideração. É que quando o Royce fez sua última luta no MMA em 2007, ele estava com 40 anos de idade, e quando o Rickson fez sua última luta no ano 2000, ele já estava com 41 anos, idade mais avançada que a do Royce quando resolveu parar. Então, Rickson não lutou mais após o ano 2000, mais por causa da idade já relativamente avançada, e não que ele tenha fugido dos desafios, já o Royce, por ser mais novo e poder ter lutado até uma época onde o MMA estava muito mais competitivo, leva a fama justamente de ser o membro da família que mais se destacou no MMA, pois acabou enfrentando desafios muito maiores. O grande erro de Rickson para muitos dos críticos, foi não ter se aposentado oficialmente após sua última luta no ano 2000, e passar a década seguinte inteira fazendo um marketing pessoal falso, alegando por diversas vezes que poderia vencer qualquer oponente da atualidade facilmente e a qualquer momento, inclusive a grande lenda no MMA entre os pesos-pesados, o russo Fedor Emilianenko, mas no final das contas, Rickson nunca esteve realmente disposto a voltar.
Após a morte de seu filho Rockson em 2000, nunca mais lutou.
Rickson afirma ser o melhor de todos os tempos no MMA. O Gracie sempre diz aceitar os desafios contra os melhores, porém sempre pede uma bolsa absurda que faz com que nenhuma organização se proponha a pagar. Muitos dizem ser essa uma maneira que o mesmo utiliza para fugir das lutas. Recentemente, Rickson disse que lutaria com Sakuraba, se sua bolsa fosse maior que de todos os outros lutadores de MMA. Disse o mesmo quando questionado da possibilidade de retorno ao UFC.
6. O Retorno
Em entrevista exclusiva a Denis Martin da Sherdog, Rickson confirmou seu provável retorno aos ringues em 2008, (mais provavelmente na modalidade K-1), quando completará cinqüenta anos de idade: "Se o preço for justo, voltarei a competir".
Posteriormente, pelo fato de não ter conseguido entrar em acordo financeiro na modalidade K-1, em Novembro de 2008, Rickson decreta sua aposentadoria no mundo do MMA em entrevista exclusiva para revista TATAME: "Não vejo a possibilidade de lutar de novo.".
Rickson é muito criticado por dizer, aos 50 anos, que só lutaria se lhe pagassem um cachê maior do que o de qualquer lutador ("Não aceito ganhar menos que ninguém. Não aceito ganhar igual a ninguém", disse em entrevista à SPORTV em 2008).
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Força de pegada
Qualidade física essencial para lutadores de Jiu-Jítsu, Submission Wrestling, Grappling e Mixed Martial Arts é a popular força de "pegada", que é a capacidade de o atleta manter preensão manual no quimono do adversário (Jiu-Jítsu) ou em alguma parte do corpo (Submission, Grappling e MMA).
A denominação correta para essa qualidade ("pegada"), por meio de sua medida absoluta (1 Repetição Máxima) é "Força Isométrica de Preensão Manual". Quando medida repetitivamente, ou seja, várias preensões seguidas, com intervalo de descanso curto entre elas, pode ser denominada como "Resistência de Força Isométrica de Preensão Manual". Ambas podem ser estimadas na avaliação física utilizando-se um instrumento denominado Dinamômetro Manual.
Muito se comenta e questiona sobre a utilidade do Treinamento de Força ("musculação") com orientação de hipertrofia, para desenvolver essas valências em lutadores.
Um estudo foi realizado para verificar se atletas de Jiu-Jítsu com mesma massa corporal e altura, mas que praticavam musculação complementando os treinos técnicos (com orientação de hipertrofia) teriam mais força na "pegada" do que os lutadores que não praticavam essa atividade física complementar.
Foi verificado que não houve diferença na força de "pegada", medida por um dinamômetro manual, entre os que praticavam e não praticavam musculação. Esse achado sugere que, apesar da relevância no intuito de profilaxia (prevenção de lesões), o treino usual de musculação observado nas academias NÃO SERÁ SUFICIENTE para preencher as necessidades dos lutadores, principalmente para os que se encontram no alto rendimento (grupo de elite e "superelite").
Sugiro a utilização de meios e métodos eficazes e alternativos para melhorar a "pegada" de lutadores, tais como: exercícios específicos (Ex: “guerra de pegada”) ou mesmo exercícios de puxada nos aparelhos de musculação adaptados com quimono, no caso de atletas de Jiu-Jítsu ou Judô.
* Leandro Paiva é colaborador especial da AMAZON MMA, autor do livro Pronto Pra Guerra, mantém um Blog diário e possui um canal de TV abordando todos os aspectos da preparação de lutadores.
Referência:
1) Valente, D.; Melgaço, A. Estudo comparativo da força de preensão manual em atletas de jiu-jitsu praticantes e não praticantes de musculação. Motriz, v.14, n.2(Supl.), p.S38, 2008;
2) Paiva, L. Pronto Pra Guerra: Preparação Física Específica para Luta & Superação. Amazonas: OMP Editora, 2009.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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